Sai desprevenido,
sem rumo certo.
Encontrei com você
na curva de uma rua.
Seu olhar foi fatal,
ganhou-me de norte a sul.
Envolveu-me, me seduziu,
criou raízes profundas em meu ser!
Ah seu nome!
Na boca, como canção, me falaste.
Chamo-me, Amor.
Assim tão pequeno, tão singelo.
Que quase nem se pronuncia.
Sussurra-se em horas únicas,
de noite ou de dia!
Mas sempre a sós.
Eu e você!
Amor...
E agora que te vais
Deixa em mim saudades
de tamanho sem fim
inimaginável...
Nem pensas, nem sonhas,
nem imaginas, a saudades que me dás!
E agora aqui sozinho,
sonho acordado
das horas felizes
ao seu lado...
Pensando:
se existe
retorno
se existe
saudades!
Volta
Amor...

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